Câncer de mama: o tratamento, os desafios financeiros e a importância do apoio
Histórias de duas mulheres mostram como o diagnóstico transforma a rotina e como a proteção financeira pode ajudar a enfrentar as despesas durante o tratamento
O diagnóstico de câncer de mama traz mudanças que vão além da saúde. Exames, consultas, cirurgias e deslocamentos passam a fazer parte da rotina, enquanto a família precisa se adaptar às novas necessidades. Para algumas mulheres, as despesas adicionais também representam uma preocupação. As histórias de Ivanir Vanin Sovernigo e Danielle Frohlich mostram como elas enfrentaram a doença e como o apoio financeiro de um seguro contratado antes do diagnóstico ajudou a atravessar esse período.
O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima que o Brasil registre cerca de 73,6 mil novos casos de câncer de mama por ano. Entre 2018 e 2023, mais de 319 mil diagnósticos foram registrados no país, segundo levantamento do Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR), com dados do Painel Oncologia Brasil.
Os dados também mostram que a doença atinge mulheres mais jovens: cerca de um em cada três casos ocorreu em mulheres com menos de 50 anos. Foram 71.204 diagnósticos na faixa dos 40 aos 49 anos e outros 19.576 entre mulheres de 35 a 39 anos.
A campanha Outubro Rosa chama a atenção para a prevenção, o acompanhamento médico e o diagnóstico precoce. Segundo o CBR, identificar a doença em estágio inicial aumenta as possibilidades de tratamento e cura, enquanto a descoberta em estágio avançado pode retardar o início do tratamento.
Uma rotina transformada pelo diagnóstico
Ivanir Vanin Sovernigo, moradora de São João (PR) e associada da Sicredi Iguaçu PR/SC e Região Metropolitana de Campinas (SP), recebeu o diagnóstico de câncer de mama maligno no mesmo dia em que procurou atendimento médico e realizou os primeiros exames.

A confirmação foi difícil para ela e para a família. Vieram novos exames, consultas com especialistas, cirurgia e um tratamento prolongado. Parte dos procedimentos foi realizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS), mas outras despesas, incluindo consultas, exames e deslocamentos para outros municípios, precisaram ser pagas pela família.
Ivanir já tinha um seguro contratado e recorreu à cobertura depois do diagnóstico. Apresentou os exames e laudos solicitados e recebeu o valor previsto no contrato. O recurso ajudou a lidar com os gastos que surgiram durante o tratamento.
“Às vezes as pessoas falam: para que fazer seguro? E é o que fez a diferença em nossa família: esse seguro”, conta.
Ainda em tratamento, Ivanir diz que a experiência também reforçou a importância de cuidar da própria saúde e não adiar consultas e exames. “É agora pra você cuidar, pra você gostar, pra você valorizar. Então, procure, faça um exame”, aconselha.
Câncer de mama durante a gravidez
Para Danielle Frohlich, de Tupãssi (PR), associada e colaboradora da Sicredi Progresso PR/SP, o diagnóstico chegou durante a gravidez. Ela percebeu um nódulo em uma consulta de pré-natal. A investigação confirmou um câncer de mama com características agressivas e invasivas, que exigia o início rápido do tratamento.

Para começar a quimioterapia, Danielle precisou antecipar o parto. Depois, enfrentou um longo processo de tratamento, com deslocamentos frequentes para Cascavel (PR), onde recebia atendimento, além de exames e outras despesas.
Antes de descobrir a doença, Danielle havia contratado um seguro de vida com cobertura para doenças graves, sem imaginar que precisaria utilizá-lo. O aviso de sinistro foi assinado em 23 de dezembro e, em 14 de janeiro, ela já havia recebido a indenização prevista na apólice.
O recurso ajudou a enfrentar os custos adicionais em um período em que sua atenção estava voltada para a saúde. “Foi isso que o seguro me trouxe: não precisar se preocupar com o financeiro e focar no meu tratamento”, relata.
Hoje, Danielle está em remissão, mas continua em acompanhamento médico, com tratamento previsto por pelo menos cinco anos. Ela também enfrentou um período de metástase e outras recidivas da doença. Ao compartilhar sua história, procura incentivar outras pessoas a prestar atenção à saúde e a buscar orientação médica.
Saúde e planejamento para imprevistos
As experiências de Ivanir e Danielle mostram que o enfrentamento do câncer envolve diferentes necessidades. O tratamento médico é central, mas despesas extras podem pesar no orçamento familiar, especialmente quando há deslocamentos frequentes ou a necessidade de pagar consultas e exames.
Uma das formas de se preparar para imprevistos é conhecer as alternativas de proteção financeira disponíveis. O Sicredi oferece seguros de vida com diferentes coberturas, conforme o plano contratado. Entre elas estão as relacionadas ao diagnóstico definitivo de doenças graves, despesas médico-hospitalares e odontológicas, invalidez e diária por incapacidade temporária.
As condições variam de acordo com a modalidade e a apólice. Por isso, é importante conhecer os critérios para recebimento da indenização, os eventos cobertos e as exclusões antes de contratar.
“Quando recebemos um diagnóstico como esse, a prioridade é cuidar da saúde. Mas junto com o tratamento surgem outras preocupações, como exames, consultas, deslocamentos e despesas que podem impactar a família. É nesse momento que percebemos que a proteção também é uma forma de cuidado”, explica Devanir Brisola, gerente de desenvolvimento de negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ.
“O seguro de vida pode oferecer um recurso justamente quando mais precisamos, ajudando a preservar a tranquilidade financeira, permitindo que a pessoa concentre suas forças no tratamento. Por isso, é importante enxergá-lo como parte do planejamento e da proteção para diferentes momentos da vida”, complementa.
*matéria feita a partir do material recebido via assessoria de imprensa da Sicred
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